31 Julho 2009
O poder da Escala Pentatônica
Se o nome não é familiar, com toda certeza você já ouviu ela milhares de vezes.
É a escala mais intuitiva. Usada em muitas formas de música primitiva.
Os índios usam flautas com a escala pentatônica. Os chineses usam a escala pentatonica. O Blues usa a pentatônica. Música escocesa (gaita de foles), música gospel (Amazin Grace é composta usando somente as notas da escala pentatônica), as orquestras de gamelan na Indonésia usam a pentatônica.
Claude Debussy usou, os cantos gregorianos usam, os gregos antigos, Keith Richard dos Rolling Stones.
A sua mãe quando limpa o piano e passa o pano de pó nas teclas pretas toca a escala pentatônica.
Em qualquer parte do mundo essa escala é muito difundida. De alguma forma, ela parece estar impregnada na nossa mente. Por que? Como?
Os neurociêntistas não explicam, mas o Bobby McFerrin demonstra com uma clareza que só vendo.
Então veja:
10 Julho 2009
Jingle ao Contrário
Um jingle normalmente é feito para enaltecer um produto, ou provocar uma maior simpatia com determinada marca. E se bem feito, é muito eficaz.
Mas e um jingle ao contrário? Feito para falar mal de uma empresa?
Foi o que Dave Carrol fez.
A história
Dave é um cantor de country e estava viajando com sua banda para tocar em Nebraska. O violão de Dave foi tratado de forma não muito delicada pelos carregadores do avião, e o resultado foi um violão de U$ 3500 quebrado.
Cansado de ser enrolado por 9 meses pela United Airlines para ter o reembolso de sua perda, resolver fazer o que melhor sabe fazer: compôs uma canção falando mal da empresa e colocou no Youtube.
Resultado: em 4 dias o vídeo foi visto por mais de 1.4 milhão de pessoas. Acho que o prejuízo de imagem da United foi bem maior que os U$ 3500 que ela devia ao Dave Carrol.
Detalhes da história:
